Foto: DivulgaçãoEm 1995 a Pixar cravou seu pé na História do cinema com o lançamento de Toy Story, animação computadorizada que tornou popular as figuras do cowboy Woody (Tom Hanks) e do astronauta Buzz Lightyear (Tim Allen) - ambos brinquedos do garoto Andy, que no primeiro longa-metragem tem apenas seis anos.
Em 1995 a Pixar cravou seu pé na História do cinema com o lançamento de Toy Story, animação computadorizada que tornou popular as figuras do cowboy Woody (Tom Hanks) e do astronauta Buzz Lightyear (Tim Allen) - ambos brinquedos do garoto Andy, que no primeiro longa-metragem tem apenas seis anos.
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Empolgados com a possibilidade de divertir novas crianças, os brinquedos de Andy logo descobrem que a creche não é o lugar fantástico que parece e retornar ao seu antigo dono pode ser a única chance de redenção - mesmo sabendo que o garoto vai invariavelmente abandoná-los para ir à universidade.
Com todo o conhecimento acumulado em mais de uma década de sucessos, como Procurando Nemo e Wall-E, a Pixar parece ter utilizado seus melhores empregados para dar um passo à frente e criar uma história capaz de tocar fundo nos sentimentos de qualquer um que já teve carinho por um brinquedo - seja este um espectador de oito ou oitenta anos.
Com referências discretas a filmes de ação, guerra e horror (o bebê gigante é assustador!), Toy Story 3 encerra com chave de ouro a saga de Woody e Buzz Lightyear e é, sem dúvida, o melhor filme da trilogia.
IG
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